10 descobertas científicas inesperadas que foram feitas recentemente

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10 – Piranhas vegetarianas

piranha-vegetariana

As piranhas são animais temidos pelo público em geral principalmente depois de 1978, quando o filme “Piranha” aterrorizou seus espectadores. No entanto, o que muitos não sabem, é que as piranhas possuem um parente próximo vegetariano: o pacu barriga vermelha. O mais bizarro é que esses animais possuem dentes quase iguais aos de seres humanos. Eles foram descobertos em julho de 2016.

9 – Lula-Roxa Rossia pacifica

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A Rossia pacifica é um tipo de lula extremamente rara, que normalmente vive presa ao solo dos oceanos. Como você pode perceber, não é difícil enxergar esses animais caso você chegue perto deles, já que são super chamativos.

Esses animais foram avistados recentemente a 1300 metros abaixo da superfície da água, onde o frio intenso e a pressão da água faz com que a vida marinha assuma formas estranhas – como se fossem alienígenas.

8 – Meteorito de gelo

meteoro

Uma das questões mais intrigantes sobre a nossa existência é como a Terra se tornou repleta de água. Uma hipótese fala sobre impactos causados por asteroides carregados de gelo. Isso faz sentido, já que o gelo é um dos elementos mais presentes no espaço, mas não possuíamos nenhuma grande evidência até pouco tempo.

Recentemente, fragmentos intactos de opala foram encontrados em um meteorito desenterrado na Antártica. O opala possui 30% de água, e nenhuma havia sido encontrada na superfície de um asteroide anteriormente. Examinações detalhadas da opala revelaram isótopos idênticos ao restante da superfície do meteorito, indicando que o gelo não se formou durante a sua estada na Antártica, mas provavelmente tinha origens extraterrestres.

7 – Árvores que dormem

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As árvores possuem ciclos de descanso, que permitem que se recuperem das suas atividades de fotossíntese? O Instituto de Pesquisa Geoespacial da Finlândia diz que sim.

Utilizando luz infravermelha para examinar troncos de duas árvores, pesquisadores descobriram um padrão de inclinação e flacidez exibido durante a noite pelas árvores analisadas – que não estava localizadas próximas umas das outras. Mas a parte realmente surpreendente é que a fase de despertar, em que a árvore se ‘reanima’ para receber luz solar, começa bem antes do nascer do sol. Isso indica que esta não é uma função mecânica influenciada pelo sol. Em vez disso, as árvores têm uma espécie de ritmo circadiano natural, assim como nós.

6 – Dragões que sonham

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E já que o assunto é sono, uma equipe alemã no Instituto de Pesquisa Cerebral Max Planck fez uma descoberta interessante ao estudar padrões cerebrais de lagartos-de-gola (também conhecidos como dragões australianos). Eles descobriram que o estado de REM (rápido movimento dos olhos), em que a maioria dos humanos começam a sonhar, também está presente em lagartos. Isso sugere que as origens do estado de REM e dos padrões de ondas cerebrais lentas provavelmente existem há milhões de anos.

5 – A minhoca movida a energia solar

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A minhoca Symsagittifera roscoffensis fascina os cientistas há um bom tempo, principalmente pela habilidade de realizar fotossíntese. Essa minhoca possui uma relação simbiótica com certas espécies de algas, que produzem suprimentos de nutrientes. Mas uma descoberta recente deu ainda mais motivos para os cientistas terem um gosto especial por essa espécie.

Quando as minhocas dessa espécie estão próximas umas das outras, elas socializam entre si. Eles se agrupam em um padrão de espiral, que ajuda a acumular mais minhocas. Ainda que esse amontoamento seja observado em outras espécies, esse é um dos poucos casos em que ele é benéfico, já que ajuda os animais no processo da fotossíntese.

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4 – Os 10 aromas primários

pipoca

Embora possa haver uma infinita variedade de aromas no mundo natural, o Bates College e a Universidade de Pittsburgh têm afirmado, através de pesquisas realizadas por seus cientistas, que cada aroma é composto por uma combinação de 10 aromas ‘primários.’

Um estudo recente chegou a esses 10 aromas a partir de 144 odores originais, que foram destrinchados até formarem os 10: perfumado, amadeirado, frutado, químico, mentolado, doce, pipoca, limão, pungente e enjoativo.

3 – Bactérias escondidas no nariz

nariz

A comunidade médica já discute há um bom tempo o problema da perda de efetividade dos antibióticos. Entre as causas para esse mal está o excesso de prescrição desses remédios, bem como a tendência que as bactérias têm a passar por mutações. No entanto, um novo antibiótico parece ter sido encontrado em um lugar nada comum.

A maioria das bactérias que produzem antibióticos vivem no solo, mas não a Staphylococcus lugdunensis. Ele coloniza o corpo humano – especificamente nossos narizes. Ela é uma bactéria perigosa, mas os cientistas perceberam que as infecções mais comuns são menos corriqueiras quando existem infecções relacionadas à esse tipo de bactérias no mesmo lugar. O antibiótico que ela produz, chamado de Lugdunin, era desconhecido até então, e já se mostrou promissor em testes realizados em laboratório.

2 – Espírito natalino

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Cientistas dinamarqueses dizem ter descoberto exatamente onde fica o espírito natalino. Em um estudo envolvendo 20 pessoas de várias culturas diferentes, voluntários receberam imagens randômicas misturadas com imagens de tema natalino, como luzes e biscoitos de Natal. Depois disso, responderam a uma questionário a respeito de seus sentimentos em relação ao Natal.

Quando os participantes observavam as imagens festivas, três regiões do cérebro se destacavam. Isso não acontecia entre aqueles que não possuíam conexão cultural com o Natal, ou simplesmente não gostavam da data.

1 – A origem da risada

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Humanos e primatas apresentam movimentos musculares involuntários na face enquanto dormem. Esses movimentos se assemelham com um sorriso, e parece ser uma origem evolutiva do sorriso e das risadas nos humanos. No entanto, foi descoberto recentemente que esse comportamento remonta épocas ainda mais antigas na nossa árvore evolutiva.

Em um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa em Primatas da Universidade de Kyoto, que envolvia dezenas de filhotes de macacos, cientistas encontraram esse comportamento em filhotes da espécie macaco-japonês, que são muito mais distantes dos seres humanos que outros primatas. Isso significa que a evolução do sorriso aparentemente começou muito antes de nosso ancestral se ‘separar’ dos primatas mais antigos. Nós, humanos, e nossos ancestrais mais antigos, provavelmente sorrimos há um bom tempo.

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