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5 mitos tecnológicos sobre o futuro: Logo, logo, estaremos dirigindo carros voadores (1/5)

Carros voadores têm sido propostos por décadas. É um dos objetivos para uma sociedade futurística e utópica, onde todo mundo se locomoveria pelo ar e pela terra facilmente, tranquilamente e seguramente.

Você, provavelmente, já viu vídeos de protótipos desses veículos, que decolavam, pairavam e, possivelmente, caíam. Henry Ford previu, em 1940, que os carros voadores começariam a ser usados em breve e, desde então, houveram vários alarmes falsos sobre o assunto.

Na segunda década do século 21, não parecemos não estar nem perto de andar em um automóvel assim, embora possamos ler sobre isso em qualquer local. Como o financiamento da NASA acabou, a agência abandonou as pesquisas para a crianção de um Personal Air Vehicle (Veículo Aéreo Pessoal, em inglês) e parece que não há nenhuma outra instituição governamental interessada nisso, exceto a DARPA.

Há simplesmente bastantes desafios para que carros voadores passem a ser adotados. O custo, os caminhos de voo, as regulamentações, a segurança, o potencial uso em ataques terroristas, a eficiência energético, o treinamento de pilotos, a aterrissagem, o barulho, a dificuldade de transportes de cargas industriais – tudo isso é uma enorme pedra no caminho para que o sonho seja realizado. Ainda, esses veículos teriam de ser operados semelhantemente aos carros normais, o que é outro problema logístico.

Na verdade, muitos dos chamados “carros voadores” que têm sido fabricados são, na verdade, veículos que se locomovem tanto pelo ar quanto pela terra – são um híbrido. Mesmo assim, são bem caros. Um só veículo, especificamente o Terrafugia Transition, custa 200.000 dólares.

Outro carro bem conhecido é o Skycar M400, projetado para levitar e pousar verticalmente de maneira mais rápida que um jato Harrier. Veja as fotos:

1996 1995 moller-M400 1997

[divider]Traduzido e adaptado de:

http://electronics.howstuffworks.com/tech-myths/5-future-technology-myths.htm#page=1

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