7 tecnologias que transformaram a guerra

U.S. Air Force Airman 1st Class Damian Guardiola, a 407th Expeditionary Security Forces Flight member, guards a Predator unmanned aerial vehicle on the Ali Air Base, Iraq, flight line Aug. 28, 2011. (U.S. Air Force photo by Master Sgt. Cecilio Ricardo/Released)

O conceito de guerra tem uma longa história que remonta ao início da civilização, mas os exércitos percorreram um longo caminho desde a lança, ou o arco e flecha. Os avanços na tecnologia levaram a aviões mais rápidos, armas guiadas a laser e veículos não tripulados transportando bombas.

Aqui estão sete tecnologias que transformaram a guerra.

Drones

Os drones de combate, ou os veículos aéreos não tripulados, permitem que as tropas controlem armas na guerra enquanto permanecem em segurança milhares de quilômetros longe das linhas de frente do campo de batalha. Como tal, as vidas de “pilotos” de drone não estão em perigo, o que ajuda os militares a limitar o número de mortes em combate.

Nos Estados Unidos, o uso de drones está se expandindo em todos os ramos das forças operacionais.

Tecnologia Fly-by-wire

A tecnologia Fly-by-wire substitui os controles de voo manuais por uma interface eletrônica que usa sinais gerados por um computador, que são transmitidos por fios para mover mecanismos de controle. A introdução de sistemas fly-by-wire em aeronaves permitiu uma orientação e controle mais precisos do computador. Por exemplo, os sistemas fly-by-wire podem ajudar a estabilizar os aviões automaticamente, sem depender das entradas manuais do piloto.

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Submarinos

O conceito de submarino revolucionou a guerra naval através da introdução de navios subaquáticos capazes de atacar navios inimigos. O primeiro ataque submarino bem-sucedido em um navio de guerra ocorreu durante a Guerra Civil Americana, que durou de 1861 a 1865. Em fevereiro de 1864, o submarino confederado CSS H.L. Hunley afundou o USS Housatonic nas águas ao largo da Carolina do Sul.

Hoje, os militares usam submarinos para carregar mísseis, realizar reconhecimento, apoiar ataques em terra e estabelecer bloqueios.

Mísseis Tomahawk

O Tomahawk é um tipo de míssil de cruzeiro de longo alcance projetado para voar em altitudes extremamente baixas em velocidades subsônicas, permitindo que as armas sejam usadas para atacar vários alvos de superfície. Esses mísseis movidos a jato foram utilizados pela primeira vez operacionalmente durante a Operação Desert Storm, em 1991. Os mísseis viajam a velocidades de aproximadamente 880 km/h e usam receptores GPS para identificar seus alvos com mais precisão.

Aviões Stealth (furtivos)

Aeronaves Stealth, como seu nome sugere, ajudam os pilotos a escapar da detecção no céu. Enquanto os aviões comuns não podem ser completamente invisíveis à detecção de radares, os aviões stealth usam uma gama de tecnologias avançadas para reduzir a reflexão da aeronave, espectro de frequência de rádio, radares e emissões infravermelhas. A tecnologia Stealth aumenta as probabilidades de um ataque bem sucedido, já que os inimigos têm mais dificuldade em encontrar, acompanhar e se defender contra essas aeronaves.

O desenvolvimento da tecnologia stealth provavelmente começou na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, mas alguns dos exemplos modernos mais conhecidos de aeronaves stealth americanas incluem o F-35 Lightning II, o F-22 Raptor e o B-2 Spirit.

Armas espaciais

As armas espaciais incluem uma série de ogivas que podem atacar alvos na Terra a partir do espaço, interceptar e desativar mísseis que viajam pelo espaço, ou destruir sistemas espaciais ou satélites em órbita. Durante a Guerra Fria, os EUA e a ex-União Soviética desenvolveram armas espaciais à medida que as tensões políticas aumentavam.

Enquanto a militarização do espaço continua controversa, os EUA, Rússia e China desenvolveram armas antissatélite. Vários testes de disparos dessas ogivas foram bem-sucedidos na destruição de satélites em órbita, incluindo um teste de mísseis antissatélites em 2007 que destruiu um dos satélites meteorológicos desativados dos EUA.

Armas nucleares

As bombas nucleares são as armas mais destrutivas da humanidade. Essas ogivas extraem sua força destrutiva das reações nucleares, que liberam enormes quantidades de energia explosiva. As primeiras armas nucleares do mundo, ou bombas atômicas, foram desenvolvidas por físicos que trabalharam no Projeto Manhattan durante a Segunda Guerra Mundial.

O Projeto Manhattan, que começou em 1939, tornou-se um dos mais conhecidos programas secretos de pesquisa. A primeira bomba nuclear foi detonada em 16 de julho de 1945, durante o chamado teste Trinity, na Base Aérea de Alamogordo, Novo México. A explosão criou uma enorme nuvem em forma de cogumelo, e o poder explosivo da bomba foi equivalente a mais de 15.000 toneladas de TNT.

Em agosto de 1945, duas bombas atômicas foram lançadas em Hiroshima e Nagasaki no Japão. Os bombardeios efetivamente encerraram a Segunda Guerra Mundial, mas marcaram o início de décadas de medo global da aniquilação nuclear. Até hoje, os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki continuam sendo os únicos usos das armas nucleares durante a guerra.

 

Originalmente publicado em Live Science

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