Cientistas encontram novo ancestral das tartarugas modernas

Drew Gentry
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Com informações de PLOS – EurekAlert.

Uma tartaruga descoberta recentemente no Alabama chamou a atenção da comunidade científica após a confirmação de que ela pertence a uma nova espécie que remonta a época do Cretáceo Superior, de acordo com um estudo publicado na PLOS ONE. A autoria do estudo é de Drew Gentry, da Universidade do Alabama em Birmingham, nos EUA.

Os cientistas acreditavam anteriormente que as tartarugas marinhas dos dias de hoje tivessem um único ancestral do gênero Peritresius durante a época do Cretáceo Superior (100 a 66 milhões de anos atrás): o Peritresius ornatus. No entanto, o novo estudo indica a existência de uma nova espécie de Peritresius, que foi nomeada de Peritresius martini, em homenagem a George Martin, que descobriu seus fósseis. Uma das peculiaridades que levaram os pesquisadores a identificar a nova espécie foram algumas diferenças percebidas no casco.

Essas descobertas extendem o conhecimento da ciência sobre a história evolutiva do gênero Peritresius, incluindo outra espécie anatomicamente distinta da anteriormente conhecida.

“Esta descoberta não apenas responde a várias questões importantes sobre a distribuição e diversidade das tartarugas marinhas durante este período, mas também fornece maiores evidências de que o Alabama é um dos melhores lugares do mundo para estudar os ancestrais das tartarugas modernas”, disse Drew Gentry.

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