Descobertas duas cidades maias no México

Arqueólogos descobriram duas cidades maias na península de Iucatã, no México.

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As cidades permaneceram ocultas por mais de 8 séculos por estarem envoltas em vegetação densa, o que veio a dificultar o trabalho dos arqueólogos no sítio mexicano e as mantendo intocadas até então.

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De acordo com o líder da expedição, Ivan Sprajc, a equipe localizou as cidades por meio de fotografias aéreas. O sítio é consideravelmente perto de outra cidade já descoberta por Sprajc em 2013, chamada Chactun. As ruínas se estendem por mais de 1800 quilômetros quadrados.

Entre as descobertas, uma das mais impressionantes foi uma fachada de pedra com entradas em formas de garras de monstros.

A fachada e outras partes da cidade já haviam sido descobertas pelo arqueólogo Eric Von EUW na década de 1970, que visitou o local e o batizou com o nome de Lagunita. Embora tenha feito desenhos úteis para o reconhecimento do local, ele falhou na descrição de como chegar até lá, o que impediu que outros pudessem seguir seus passos.

A segunda cidade, que realmente foi uma nova descoberta, recebeu o nome de Tamchen, que significa “poço profundo” no idioma maia. O nome foi dado devido ao fato de ela possuir um número consideravelmente alto de câmaras subterrâneas que eram usadas para coletar a água da chuva. Assim como Lagunita, Tamchen também teve diversos edifícios ao redor de praças e um templo com o formato das famosas pirâmides maias.

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Enquanto a equipe não descobre a época exata da construção, os arqueólogos estimam que as duas cidades são datadas de aproximadamente 300 a.C.

5.maya-cities-inscriptions[1]

Fontes:

IFFCG

Discovery News

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