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O que acontece quando doamos sangue?

Houve uma época em que se acreditava que os itens mais valiosos do mundo eram ouro e diamantes. Talvez, atualmente, estejamos mudando esse pensamento e passando a valorizar mais itens como água potável, sangue e medula óssea. Traremos nos parágrafos a seguir algumas curiosidades sobre doação de sangue.

A primeira curiosidade é quanto a quantidade. No geral, são retirados entre 400 e 450 mililitros de sangue. É uma quantidade razoável, já que um ser humano adulto possui entre quatro e seis litros, mas é segura. Alguns médicos apontam que, no máximo, o doador pode sentir tonturas ou queda de pressão logo após a retirada do material.

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Após a coleta, o sangue é dividido em plaquetas, glóbulos vermelhos e plasma. Plaquetas são células produzidas na medula óssea, que atuam na coagulação do sangue e ajudam, por exemplo, uma ferida a parar de sangrar.

Os glóbulos vermelhos são células especializadas no transporte de oxigênio e elementos nutritivos para as outras células do organismo. Por fim, o plasma é o componente líquido do sangue, no qual as células sanguíneas estão suspensas. Ele representa 55% de todo o volume de sangue do ser humano.

Demora cerca de vinte e quatro horas para o corpo repor o volume de plasma. Os glóbulos vermelhos são repostos geralmente em quatro semanas. A recuperação que o corpo mais demora a fazer é o índice de ferro no sangue.

Para os homens são necessárias oito semanas a recuperação completa, enquanto que para as mulheres a recuperação leva doze semanas. O índice de ferro ajuda a definir a periodicidade de doações: no caso dos homens, é possível doar quatro vezes ao ano, já as mulheres podem doar no máximo três vezes.

Existem algumas doenças que impedem a doação permanentemente, como por exemplo hepatite e câncer. Doenças virais como resfriados impedem temporariamente, no geral sete dias após a cura.

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