Os índices do aquecimento global alcançam recordes de 1.000 anos

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A taxa em que aumenta o aquecimento global adquire ritmos catastróficos. A NASA anunciou no site do Instituto Goddard para Estudos Espaciais que julho deste ano foi o mais quente dos últimos 136 anos e o décimo mês consecutivo com aumentos contínuos nas temperaturas médias. O diretor do instituto, Gavin Schmidt, afirma que é provável que 2016 seja o ano mais quente da história, acrescentando que não é mais possível fechar os olhos para a situação do planeta.

Schmidt disse que atualmente o nosso planeta está se aquecendo em um recorde de velocidade ao longo dos últimos 1.000 anos, relata o The Guardian. Para diminuir este ritmo a humanidade deverá reduzir as emissões de carbono de forma significativa e promover a coordenação das atividades de geoengenharia em todo o mundo. Mas até hoje não conseguimos até mesmo controlar os aumentos da taxa temperaturas abaixo do exigido 1,5°C.

Pelo contrário, os modelos climáticos da NASA preveem que, como a concentração de emissões de gases com efeito de estufa continuam a aumentar, a temperatura média da superfície da Terra vai também crescer. Este cenário sinistro anuncia taxas de aquecimento entre 2°C e 6°C até o final do século, relata o Observatório da Terra da NASA.

A partir de 1880 começaram a registrar temperaturas em todo o mundo. Atualmente eles estão operando 3.600 estações meteorológicas que medem a temperatura do ar, a superfície do mar e os territórios da Antártida.

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